O COMBATE CULTURAL QUE NOS DEVE MOBILIZAR!

Por Vítor Luís
Designer Gráfico e Digital e Técnico em Comunicação Escrita e Visual, membro da Associação Portugueses Primeiro, Nacionalista social independente

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«Na verdade, é na Cultura que enraíza a estrutura dos valores, o carácter nacional, os gostos e as tendências, o modo de conceber o mundo e a vida. É uma herança cumulativa, como a caracterizou Lorenz, formada por todo o equipamento material e espiritual que a sociedade possui, e com o qual responde aos desafios internos (crises) e externos (naturais e sociais).  A Cultura é, por conseguinte, aquilo que de mais precioso tem um Povo ou uma Etnia. É, por um lado, o traço que o distingue dos outros povos, com costumes e mundividências distintas, e, por outro, a característica do processo de hominização» (…)

«Daqui que o caminho para o poder nos Estados burgueses, desde há muito, seja este: assalto à Cultura, abastardamento de todas as características positivas do carácter e imagem nacionais, substituição de padrões nacionais por elementos culturais importados, enfraquecimento e eliminação da resistência dos intelectuais patriotas e, finalmente, domínio das principais alavancas da Cultura: meios de comunicação, universidades, institutos e instituições, editoras, escolas, arte, etc.» Continue reading “O COMBATE CULTURAL QUE NOS DEVE MOBILIZAR!”

A Disforia Ideológica da Esquerda

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Em Portugal, apesar de não sermos excepção, temos uma esquerda ideologicamente disfórica. Se por um lado advoga para uma economia mais centralizada, mais colectivista e com mais peso/impacto do Estado, por outro lado, no campo social, defende uma sociedade cada vez mais individualista, mais desprovida de quaisquer valores nacionais, morais e familiares e sobretudo mais hedonista, uma sociedade mais preocupada com “o seu umbigo”, mas que ao mesmo tempo impõe que “todos contribuam”.

Excluindo o PCP da equação, os Partidos Portugueses que se identificam com a Esquerda (sobretudo o Bloco de Esquerda), tendem a defender tudo o que maximiza os direitos individuais em detrimento dos direitos colectivos. Colocam a pessoa individual acima do colectivo. Desde assuntos como Continue reading “A Disforia Ideológica da Esquerda”

Novidade editorial da Contra-Corrente

O projecto livreiro Contra-Corrente traz à luz a texto principal do fundador do Fascismo, Benito Mussolini. Esta é uma obra muito oportuna particularmente por garantir aos interessados em conhecer melhor o que foi/é o fascismo, para além dos lugares comuns impostos pela historiografia oficial, instrumentalizada pela esquerda intelectual. O lançamento deste livro reveste-se, assim, de um carácter desmistificador muito útil para alunos – e também professores – já que permite conhecer-se a ideologia fascista através do próprio pai do fascismo e não por meio de panfletos de propaganda anti-fascista, como tem sido a tónica no ensino em Portugal.

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O PODER E O ESTADO “DESCERAM DOS CÉUS”?

Por Vítor Luís
Designer Gráfico e Digital e Técnico em Comunicação Escrita e Visual, membro da Associação Portugueses Primeiro, Nacionalista social independente

Depois de alguma investigação nos sítios e autores certos, as Origens da Política mergulham na Historia – e na Metapolítica

O Poder e o Estado não surgiram das primitivas guerras de ‘caçadores recolectores’, nem do ‘interior do ‘povo’ , nem das ‘classes exploradoras, como a ‘mitologia Enciclopedista’ do Séc. XVIII, as efabulações marxistas do Séc. XIX, ou até a imaginação dedutora da ‘História Oficial’  sugerem. Mas de uma ‘elite’ político-militar – no sentido prático – uma Aristocracia designada e instituída desde as origens, e em toda a parte – que governava os (relativamente) poucos núcleos humanos ‘ante-diluvianos’. 

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«Orientada por quem?» é uma questão que os antigos textos poderiam esclarecer, se tivessem sido levados em conta, mas não foram… Entretanto, essa ‘forma de governo Tradicional’, Hierárquica e não igualitária, fez sempre parte da forma de vida colectiva normal em múltiplas expressões. Conforme à natureza humana, vem das épocas primordiais, em que os Reis ou outros ‘dirigentes máximos da Comunidade’ eram os ‘intermediários entre os Deuses e os Homens’, como se pode ler acima, no pequeno trecho de um excelente trabalho publicado pela revista ‘Historia’/ National Geographic, há 3 anos. Os autênticos ‘registos para memória futura’ que os sumérios elaboraram, são explícitos: ‘A Realeza desceu dos Céus’…. Foram os ‘deuses’ que nos instituíram as primeiras autoridades, e disso não tinham qualquer dúvida. Continue reading “O PODER E O ESTADO “DESCERAM DOS CÉUS”?”

Síria e Trump, o regresso dos neocons ou apenas um desviar de atenções?

O ataque militar norte-americano contra uma base militar síria, ordenado pela administração Trump, faz saltar de imediato várias questões e oferece outras tantas leituras:

Se Gibraltar é espanhol, Olivença é portuguesa!

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Gibraltar  voltou a ser tema por estes dias, depois das dúvidas que surgem em torno do destino desta península após o Brexit. Se é certo que este território goza de autonomia administrativa, mantém, todavia, uma estreita ligação à coroa britânica, a qual, por lapso, não referiu Gibraltar na carta em que Theresa May accionou o Artigo 50, com vista ao abandono da União Europeia pelo Reino Unido, o que despertou o Reino de Espanha para a velha questão da soberania sobre o mencionado território e levou a uma acesa troca de palavras, em tom belicista, entre os dois estados europeus.

Mas vamos aos factos. Em 1713 foi assinado o Tratado de Utreque que tinha por objectivo pôr fim  à guerra da sucessão espanhola (1701–1714) ,  definir a questão da sucessão no trono de Espanha e redefinir o xadrez político europeu e dependências ultramarinas. Do dito tratado resultou para a Inglaterra a cedência de importantes bases marítimas, entre as quais Gibraltar. Acontece que a coroa espanhola entende o acordo de cedência do rochedo a título de empréstimo e não enquanto cedência da soberania sobre o território, pois, argumenta, o texto prevê a devolução e não contempla qualquer direito da população de Gibraltar, entretanto colonizado por britânicos, a decidir acerca da já referida soberania, argumento usado por Londres para justificar a sua posse do istmo gibraltino, depois de ter realizado vários referendos em que questionava os habitantes do território se preferiam optar pela soberania espanhola ou manter a cidadania britânica.

Se podemos compreender os argumentos de parte a parte, não deixa de ser caricato o facto de Espanha reclamar Gibraltar sem tecer qualquer comentário acerca da questão de Olivença, Continue reading “Se Gibraltar é espanhol, Olivença é portuguesa!”

O idiota de esquerda: esse adepto do pronto-a-pensar

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«Na realidade não é apenas o homem de direita mas o homem do povo em geral que a “intelligentsia” de esquerda suspeita de ter reflexos fascizantes (…)

A esquerda caviar que, por desejo pedagógico, envia a sua prole para liceus de excelência ou escolas bilingues, deveria olhar para dentro de casa antes de falar do racismo dos pais que retiram os seus filhos de escolas difíceis para os colocar em estabelecimentos onde poderão procurar uma escolaridade normal. (…) Os que encontram todas as virtudes nos estrangeiros não são os que coabitam com eles. Digamo-lo sem ambivalências: neste assunto, a “intelligentsia” não tem um discurso de esquerda mas um discurso de classe. O discurso de uma burguesia liberal, certamente generosa, mas ignorante dos fenómenos provocados pela imigração nos bairros onde ela é massiva. (…) A cegueira voluntária do idiota de esquerda sobre a imigração exerce-se particularmente no domínio da criminalidade. As estatísticas mostram sem contestação possível que existe uma sobre-delinquência estrangeira, por vezes importante, nomeadamente no domínio da droga (…) Esta situação não perturbaria os idiotas de esquerda se tivessem ainda alguns rudimentos de marxismo e não tivessem sucumbido à religião dos direitos do homem, esse novo ópio dos intelectuais (…)

Por romantismo pseudo-revolucionário o coração do idiota de esquerda só vibra pelo excluído “exótico”, quer este viva sob o sol dos trópicos ou passeie os seus dreadlocks nos bairros da Europa. (…) A sua apreensão da imigração é puramente intelectual. E traduz sobretudo o seu sentimento de culpa face a uma colonização muitas vezes selvagem, a uma descolonização falhada e à importação massiva, do tempo do pleno emprego, de uma mão-de-obra estrangeira barata (…) Sobre os ditos temas de sociedade, a ideologia do idiota de esquerda é dominante entre os jornalistas, para lá das simpatias partidárias (…) Desde que a vítima seja “de cor”, eles decretam o carrasco racista, quando a análise objectiva dos factos remete muitas vezes para outras explicações. (…)

Os problemas ligados à imigração deveriam ser apreendidos de forma global, com o desejo de tratar equitativamente todos os parceiros. Não deveria haver de um lado o “branco” obrigado a todos os deveres, incluindo o de viver sem se queixar uma coabitação discutível, e do outro lado os imigrantes com todos os direitos, incluindo o direito a serem isentados de deveres (…) A “intelligentsia” de esquerda deve livrar-se do seu sentimento de culpa para fazer face à realidade: o imigrante a encorajar hoje em dia não é o que se desvia da lei, quaisquer que sejam as circunstâncias atenuantes que lhe possamos conceder, mas o que aceita as regras da sociedade que o acolhe.»

Hervé Algalarrondo, Les Beaufs de Gauche : ces adeptes du prêt-à-penser, JC Lattès, 1994

O grupo de Visegrad, linha da frente dos interesses dos europeus

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Os dirigentes da Polónia, da Hungria, da Eslováquia e da República Checa reuniram-se na passada terça-feira em Varsóvia para debaterem as imposições da União Europeia no que respeita às quotas de acolhimento de “refugiados”. Estes países estabeleceram um acordo para fins de cooperação, o qual ficou conhecido como Grupo de Visegrad ou V4.

No referido encontro a primeira-ministra polaca, Beata Szydło, criticou Dimitris Avramopoulos, comissário da União Europeia para as migrações, pelas declarações deste, o qual afirmou “não haver mais desculpas” e “que não haverá mais conversações sobre as recolocações“.

Szydło, falando enquanto primeira-ministra, mas também como porta-voz do Grupo de Visegrad respondeu, declarando que “O Grupo de Visegrad, do qual faz parte a Polónia, nunca aceitará a chantagem e não concordará com tal imposição“(1). Por seu turno o vice-primeiro ministro polaco, Jarosław Gowin, declarou que “Resolver o problema passa pela eliminação da fonte do problema, que é obter a paz no Oriente Médio“.

O Grupo de Visegrad mostra-se assim unido e resoluto no que toca à questão dos “refugiados”. De recordar que na semana passada a Hungria recusou aceitar 5.000 imigrantes que rumaram para a Suécia, mas que agora a nação nórdica pretende devolver à Hungria, alegando que estes imigrantes se registaram inicialmente nesta república centro-europeia.  Continue reading “O grupo de Visegrad, linha da frente dos interesses dos europeus”