Testemunho na primeira pessoa de quem esteve na manifestação frente à FCSH

antifascistahorrível

Recebemos o testemunho de um dos jovens participantes que ontem estiveram presentes na manifestação do PNR contra o cercear da liberdade de expressão por uma AE esquerdista e uma Direcção da faculdade que demonstrou tibieza e ausência de autoridade. 
Fica o relato cru do Luís Cláudio Graça.
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Dia 20 de Março, depois de uma jornada de 7 dias ininterruptos de trabalho, chego a casa às três da manhã. Cansado, na verdade, exausto, mas os meus 24 anos, ainda assim, fazem-me pensar que descansar é perder tempo. Num assomo juvenil, passa-me pela cabeça que poderia ir para noite gozar a folga. Não, pensei, vou deitar-me e amanhã aproveito a tarde do dia seguinte para me divertir, como, aliás, é próprio da minha geração.

O avançado da hora não me permite ter sono, por isso ligo-me ao mundo virtual da internet, ao Facebook. Decorro os olhos pela rede social e percebo que o PNR vai deslocar-se à, ultimamente tão falada FCSH para protestar contra os tiques soviéticos da AE. Pareceu-me uma causa justa, não tanto pelo partido, do qual não sou militante, ou sequer pelo protesto em si, que, não obstante correcto na essência, me pareceu deslocado no momento, mas mais pelo facto de ter lido que os chamados antifascistas iam estar presentes. E isto, meus amigos, é motivo muito forte para marcar presença e fazer frente à chusma piolhosa plaeo-comunista.

 Acordei cedo, pelo menos fiquei com essa sensação, tamanho era o cansaço. Preparei o almoço que me demorou mais a confecionar do que a consumir. Contactei amigos que sei também detestarem aqueles que, entre ganzas, conspurcam o nome de Portugal. Vesti-me, após aquela prática saudável do banho, tão ignorada pela fauna esquerdista, e parti entusiasmado em nome de algo maior do que eu, apesar de saber que isto é, desgraçadamente, muito estranho, abstracto, para a maioria das pessoas da minha idade.

Chegado ao ponto de encontro, junto-me aos meus camaradas, reunimo-nos perto do local agendado pelo PNR. Na realidade não encontro apenas camaradas, mas antes amigos, amigos com quem posso contar em qualquer situação, uma amizade forjada na adversidade de atmosferas muitas vezes hostis, mas que sei, tenho a absoluta confiança, da reciprocidade deles face à minha entrega.

Estava frio mas a adrenalina em crescendo fez-nos esquecer tal facto. Os grunhidos aberrantes da cáfila antifascista, como eles se designam, projectava-se ainda longe do local. Ali chegados, dirigimo-nos para junto dos militantes do PNR, os quais encontravam-se em franca minoria mas solidamente organizados. Sem apresentações ou qualquer cerimónia posicionamo-nos. Em jeito de resposta automática, não programada, como forma de silenciar o ruído dos zombies esquerdopatas, entoámos a pleno pulmões A Portuguesa, fazendo estremecer aquelas criaturas deprimentes, que nos fitavam com olhares de ódio patológico, enquanto espumavam e regurgitavam raivosamente impropérios que visavam ridicularizar o hino Pátrio.

Enquanto escrevo estas linhas assaltam-me medonhas imagens daqueles indivíduos, os quais me fizeram sentir como David Attenborough em pleno programa de história natural, um paleontólogo que se deparou com espécimes dinossáurios que reuniam em si a fealdade e um odor repulsivo, seres medíocres, formatados pelo pronto-a-pensar bovino promovido por professores providos de um aterrador marxiano unineurónio. A decadência nunca esteve tão graficamente bem representada, uma decadência que se deparou pela frente com homens convictos e seguros da justeza do seu ideal. Deram-se arrufos provocadores pela ralé, que os órgãos de comunicação social optaram por ignorar, pois já sabemos que, de acordo com eles, a violência é unidirecional, originada pelo papão da “extrema-direita”.
  
Após alguns minutos, percebi que as ameaças proferidas nas redes sociais por parte dos rapazolas, ditos antifas, eram aquilo que suspeitava, fumaça de cobardes que se escudam atrás da polícia, aquela polícia que vilipendiam e criticam mas a quem recorrem quando um grupo de portugueses determinados não arreda pé.

Assim terminou esta jornada, com a gradual desmobilização dos idiotas que brincam aos sovietes. Quanto a nós, partimos, cada um, à sua vida, mas com o sentimento do dever cumprido e a satisfação de termos deixado claro aos esquerdistas que os tempos mudam e que eles são já a triste memória de um tempo nefasto que urge ultrapassar.

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