Factos acerca dos “refugiados de Aveiro” que afinal são terroristas

foto213364687_664x373

Esta semana as autoridades alemãs entregaram à Polícia Judiciária um cidadão marroquino ligado ao terrorismo islâmico. Trata-se do segundo cidadão marroquino, a quem o Estado português concedeu o estatuto de refugiados e que foram instalados em Aveiro, detido por suspeita de actividade terrorista. Mas passemos aos factos:

  • Abdessalam Tazi, 63 anos, teria ainda em Marrocos a função de recrutador para o Estado Islâmico.
  • Abdessalam Tazi tinha a intenção de conseguir o asilo político em Portugal e fazer do nosso país uma base da sua actividade para o resto da Europa.
  • Abdessalam Tazi identificava jovens islamitas radicais dispostos a emigrarem e proporcionava-lhes documentos e bilhetes de viagem.
  • Abdessalam Tazi conheceu Hicham el Hanachi e chegaram em 2013 ao aeroporto de Lisboa com passaportes e identidades falsas, alegando ser essa única forma de fugir do país onde eram perseguidos politicamente.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi esconderam que se conheciam.
  • Abdessalam Tazi afirmou ser polícia em Marrocos e assumiu-se opositor ao regime marroquino, defendendo uma linha islâmica mais radical.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi obtiveram estatuto de refugiados em 2014.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi foram monotorizados pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, organismo que confirmou que estavam tentar a radicalizar jovens no centro de refugiados da Bobadela e entre outros membros da comunidade marroquina em Portugal.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi recrutaram pelo menos dois jovens, um deles também refugiado, que acabaram por se juntar ao ISIS na Síria.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi, ao abrigo do estatuto de refugiados concedido pelas autoriades portugueses, viajaram, de acordo com os registos conhecidos para Espanha, Inglaterra, França, Grécia, Turquia e até Brasil.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi separaram-se no ano passado, vindo Hicham el Hanachi a ser detido em Novembro pela polícia francesa por suspeita de estar a preparar um atentado ao Disneyland Paris, depois de se ter percebido que havia estado na Síria onde recebeu treino militar com o ISIS.
  • Abdessalam Tazi tinha também residência na Alemanha, país onde acabou por ser preso por crimes relacionados com falsificações, burlas e fraudes, que serviam de financiamento da sua actividade.

Levantam-se agora as seguintes questões:

  • Porque motivo as autoridades nacionais concederam o estatuto de refugiado a Abdessalam Tazi tendo este assumido ser islamita radical e opositor ao regime marroquino?
  • Porque motivo as autoridades nacionais concederam o estatuto de refugiados a dois cidadãos marroquinos, país com o qual o governo português mantém relações diplomáticas privilegiadas, país que, como é reconhecido internacionalmente, não conhece qualquer conflito armado e país que não vive sob qualquer regime ditatorial ou tirania?
  • Seria compreensível o Reino de Marrocos conceder o estatuto de refugiados a cidadãos portugueses?
  • Não será legítimo a embaixada do Reino de Marrocos pedir esclarecimentos ao governo português para apurar o motivo pelo qual Portugal concede o estatuto de refugiados a cidadãos marroquinos?

Voltemos aos factos, também estes muito inquietantes:

  • Um cidadão  da Eritreia, a quem fora concedido o estatuto de refugiado em Outubro de 2016, espancou e violou uma mulher sem-abrigo, em Albufeira, em Novembro do mesmo ano.
  • O Governo tem planos para aumentar o fluxo de refugiados e já solicitou mais casas às câmaras municipais.
  • Uma família de refugiados sírios  à qual foi entregue um apartamento T4 em Mangualde, desapareceu presumindo-se que tenha viajado para a Noruega.
  • O Serviço de Estrangeiros e Fronteiros assume que são dezenas os refugiados que abandonaram Portugal, mais concretamente 3 indivíduos que foram acolhidos em Oeiras e cerca de 10 que foram acolhidos em Lisboa. A esses números acresce ainda 27 menores que estavam no centro de acolhimento para a criança refugiada, em Lisboa, os quais desapareceram do rasto das autoridades.
  • Em Lisboa prossegue a construção de mais outra mesquita a ser paga pelos contribuintes.
  • Um famigerado político de Esquerda veio ontem legitimar por escrito os actos terroristas contra os europeus. Porque não actuam as autoridades perante esta grotesca apologia do terrorismo, crime tipificado na lei? Acaso o facto de ser de Esquerda garante-lhe blindagem jurídica e estatuto de excepção?

Fontes: Diário de Notícias, Correio da Manhã, TSF

 

One thought on “Factos acerca dos “refugiados de Aveiro” que afinal são terroristas

  1. Exmo Sr.
    Dou-lhe os meus sinceros parabéns pelo seu excelente trabalho de investigação.
    Agradeço os FACTOS que expôs, porque desconhecia por completo.
    Fernando Liz

    Like

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s