“ELES” E OS BANCOS ATIRAM-NOS PARA UM POÇO SEM FUNDO(S)!

Por Vítor Luís
Designer Gráfico e Digital e Técnico em Comunicação Escrita e Visual, membro da Associação Portugueses Primeiro, Nacionalista social independente

zpop

A revista Visão publicou há um mês esta extensa e elucidativa informação. Uma oportunidade para fazermos o ‘ponto da situação’ e compararmos os valores do Défice e do aumento da Dívida, a ultrapassar os 130% do PIB, com os da ‘hecatombe bancária’ resultante das ‘crises’ mas muito agravada pela incompetência’ e corrupção dos ‘homens de estrado’ e banqueiros do seu regime!

«(…) É no banco público que está a maior perda: perto de €5,7 mil milhões. Incluir ou não o dinheiro que o Estado tem metido na CGD e contabilizá-lo como uma perda não é consensual. Para muitos, os aumentos de capital da CGD não podem ser considerados prejuízos, mas sim investimento. Mas a VISÃO optou por fazê-lo, com a ressalva de que, sendo o Estado acionista único, é também dono de um ativo, do qual pode ainda tirar rendimento: através da venda de partes desse ativo (como já aconteceu com os seguros ou a área de saúde), ou recebendo dividendos das ações caso o banco regresse aos lucros, como aconteceu até 2010. Serão contas de subtrair para fazer mais tarde. »

“Não chega, neste momento, cumprir os rácios. Para que a CGD se possa financiar no mercado, precisa de um maior grau de robustez”, justificou, então, o ministro. Nesta primeira fase, os CoCos (€900 milhões), mais os juros vencidos (€45 milhões), mais a transferência do Estado para a CGD do valor contabilístico referente a 49% das ações da Parcaixa (€499 milhões) perfazem um novo aumento de capital de €1,4 mil milhões.

Mas não chega. O valor das imparidades (o provisionamento atual dos créditos incobráveis que apontam para perdas futuras) está calculado em cerca de €3 mil milhões. Daí que o plano para a segunda fase de recapitalização da CGD preveja nova injeção de €2,7 mil milhões de fundos públicos, bem como mais mil milhões de euros recolhidos junto de privados, através da venda de obrigações ou de outros instrumentos de dívida.

Mesmo assim, o futuro da CGD é uma incógnita. Por um lado, não se sabe quantos desses créditos vão ser recuperados pela nova administração de Paulo Macedo. Por outro, e voltando às palavras do ministro, “estamos sujeitos à avaliação que o mercado faça da solidez da CGD”. “Planeamos que a CGD vai ser recapitalizada de forma recorrente”, pois “está sujeita a exigências diferentes do supervisor ou de condições de mercado”, disse Mário Centeno. Não admira que cresçam vozes a apontar para a privatização do banco, embora António Costa tenha sempre refutado essa possibilidade.»

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