O COMBATE CULTURAL QUE NOS DEVE MOBILIZAR!

Por Vítor Luís
Designer Gráfico e Digital e Técnico em Comunicação Escrita e Visual, membro da Associação Portugueses Primeiro, Nacionalista social independente

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«Na verdade, é na Cultura que enraíza a estrutura dos valores, o carácter nacional, os gostos e as tendências, o modo de conceber o mundo e a vida. É uma herança cumulativa, como a caracterizou Lorenz, formada por todo o equipamento material e espiritual que a sociedade possui, e com o qual responde aos desafios internos (crises) e externos (naturais e sociais).  A Cultura é, por conseguinte, aquilo que de mais precioso tem um Povo ou uma Etnia. É, por um lado, o traço que o distingue dos outros povos, com costumes e mundividências distintas, e, por outro, a característica do processo de hominização» (…)

«Daqui que o caminho para o poder nos Estados burgueses, desde há muito, seja este: assalto à Cultura, abastardamento de todas as características positivas do carácter e imagem nacionais, substituição de padrões nacionais por elementos culturais importados, enfraquecimento e eliminação da resistência dos intelectuais patriotas e, finalmente, domínio das principais alavancas da Cultura: meios de comunicação, universidades, institutos e instituições, editoras, escolas, arte, etc.»

Estes parágrafos essenciais fazem parte de um texto do Professor Doutor António Marques Bessa,que circulou na Net (*). O autor considera directamente as perspectivas marxistas de António Gramsci para a conquista do «poder cultural» como fase prévia da tomada do Poder Político. Todavia, é universal nas suas implicações e permite-nos centrar a defesa da Identidade e da permanência de Portugal em termos mais profundos. E fundamentar o sentido de um autêntico Combate Cultural libertador, não só da «arqueologia» marxista, mas da própria lógica suicida de que o sistema da (in) cultura dominante se reveste.

É também a nossa preocupação, realizar esse combate. Trata-se fundamentalmente da ultrapassagem do oitocentismo ideológico ainda dominante, da denúncia e neutralização do «politicamente correcto e, em última análise, da defesa da Consciência Nacional em que assenta a vontade da nossa autonomia e do próprio Estado, seja como expressão de Portugal, seja como projecção numa área mais vasta em que vários Estados Nacionais se conjugam na defesa dos seus interesses próprios, sob uma lógica de resistência ao Mundialismo.

(*) Texto integral em: http://www.causanacional.net/index.php?itemid=389

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