O COMBATE CULTURAL QUE NOS DEVE MOBILIZAR!

Por Vítor Luís
Designer Gráfico e Digital e Técnico em Comunicação Escrita e Visual, membro da Associação Portugueses Primeiro, Nacionalista social independente

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«Na verdade, é na Cultura que enraíza a estrutura dos valores, o carácter nacional, os gostos e as tendências, o modo de conceber o mundo e a vida. É uma herança cumulativa, como a caracterizou Lorenz, formada por todo o equipamento material e espiritual que a sociedade possui, e com o qual responde aos desafios internos (crises) e externos (naturais e sociais).  A Cultura é, por conseguinte, aquilo que de mais precioso tem um Povo ou uma Etnia. É, por um lado, o traço que o distingue dos outros povos, com costumes e mundividências distintas, e, por outro, a característica do processo de hominização» (…)

«Daqui que o caminho para o poder nos Estados burgueses, desde há muito, seja este: assalto à Cultura, abastardamento de todas as características positivas do carácter e imagem nacionais, substituição de padrões nacionais por elementos culturais importados, enfraquecimento e eliminação da resistência dos intelectuais patriotas e, finalmente, domínio das principais alavancas da Cultura: meios de comunicação, universidades, institutos e instituições, editoras, escolas, arte, etc.» Continue reading “O COMBATE CULTURAL QUE NOS DEVE MOBILIZAR!”

Novidade editorial da Contra-Corrente

O projecto livreiro Contra-Corrente traz à luz a texto principal do fundador do Fascismo, Benito Mussolini. Esta é uma obra muito oportuna particularmente por garantir aos interessados em conhecer melhor o que foi/é o fascismo, para além dos lugares comuns impostos pela historiografia oficial, instrumentalizada pela esquerda intelectual. O lançamento deste livro reveste-se, assim, de um carácter desmistificador muito útil para alunos – e também professores – já que permite conhecer-se a ideologia fascista através do próprio pai do fascismo e não por meio de panfletos de propaganda anti-fascista, como tem sido a tónica no ensino em Portugal.

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O PODER E O ESTADO “DESCERAM DOS CÉUS”?

Por Vítor Luís
Designer Gráfico e Digital e Técnico em Comunicação Escrita e Visual, membro da Associação Portugueses Primeiro, Nacionalista social independente

Depois de alguma investigação nos sítios e autores certos, as Origens da Política mergulham na Historia – e na Metapolítica

O Poder e o Estado não surgiram das primitivas guerras de ‘caçadores recolectores’, nem do ‘interior do ‘povo’ , nem das ‘classes exploradoras, como a ‘mitologia Enciclopedista’ do Séc. XVIII, as efabulações marxistas do Séc. XIX, ou até a imaginação dedutora da ‘História Oficial’  sugerem. Mas de uma ‘elite’ político-militar – no sentido prático – uma Aristocracia designada e instituída desde as origens, e em toda a parte – que governava os (relativamente) poucos núcleos humanos ‘ante-diluvianos’. 

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«Orientada por quem?» é uma questão que os antigos textos poderiam esclarecer, se tivessem sido levados em conta, mas não foram… Entretanto, essa ‘forma de governo Tradicional’, Hierárquica e não igualitária, fez sempre parte da forma de vida colectiva normal em múltiplas expressões. Conforme à natureza humana, vem das épocas primordiais, em que os Reis ou outros ‘dirigentes máximos da Comunidade’ eram os ‘intermediários entre os Deuses e os Homens’, como se pode ler acima, no pequeno trecho de um excelente trabalho publicado pela revista ‘Historia’/ National Geographic, há 3 anos. Os autênticos ‘registos para memória futura’ que os sumérios elaboraram, são explícitos: ‘A Realeza desceu dos Céus’…. Foram os ‘deuses’ que nos instituíram as primeiras autoridades, e disso não tinham qualquer dúvida. Continue reading “O PODER E O ESTADO “DESCERAM DOS CÉUS”?”

O idiota de esquerda: esse adepto do pronto-a-pensar

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«Na realidade não é apenas o homem de direita mas o homem do povo em geral que a “intelligentsia” de esquerda suspeita de ter reflexos fascizantes (…)

A esquerda caviar que, por desejo pedagógico, envia a sua prole para liceus de excelência ou escolas bilingues, deveria olhar para dentro de casa antes de falar do racismo dos pais que retiram os seus filhos de escolas difíceis para os colocar em estabelecimentos onde poderão procurar uma escolaridade normal. (…) Os que encontram todas as virtudes nos estrangeiros não são os que coabitam com eles. Digamo-lo sem ambivalências: neste assunto, a “intelligentsia” não tem um discurso de esquerda mas um discurso de classe. O discurso de uma burguesia liberal, certamente generosa, mas ignorante dos fenómenos provocados pela imigração nos bairros onde ela é massiva. (…) A cegueira voluntária do idiota de esquerda sobre a imigração exerce-se particularmente no domínio da criminalidade. As estatísticas mostram sem contestação possível que existe uma sobre-delinquência estrangeira, por vezes importante, nomeadamente no domínio da droga (…) Esta situação não perturbaria os idiotas de esquerda se tivessem ainda alguns rudimentos de marxismo e não tivessem sucumbido à religião dos direitos do homem, esse novo ópio dos intelectuais (…)

Por romantismo pseudo-revolucionário o coração do idiota de esquerda só vibra pelo excluído “exótico”, quer este viva sob o sol dos trópicos ou passeie os seus dreadlocks nos bairros da Europa. (…) A sua apreensão da imigração é puramente intelectual. E traduz sobretudo o seu sentimento de culpa face a uma colonização muitas vezes selvagem, a uma descolonização falhada e à importação massiva, do tempo do pleno emprego, de uma mão-de-obra estrangeira barata (…) Sobre os ditos temas de sociedade, a ideologia do idiota de esquerda é dominante entre os jornalistas, para lá das simpatias partidárias (…) Desde que a vítima seja “de cor”, eles decretam o carrasco racista, quando a análise objectiva dos factos remete muitas vezes para outras explicações. (…)

Os problemas ligados à imigração deveriam ser apreendidos de forma global, com o desejo de tratar equitativamente todos os parceiros. Não deveria haver de um lado o “branco” obrigado a todos os deveres, incluindo o de viver sem se queixar uma coabitação discutível, e do outro lado os imigrantes com todos os direitos, incluindo o direito a serem isentados de deveres (…) A “intelligentsia” de esquerda deve livrar-se do seu sentimento de culpa para fazer face à realidade: o imigrante a encorajar hoje em dia não é o que se desvia da lei, quaisquer que sejam as circunstâncias atenuantes que lhe possamos conceder, mas o que aceita as regras da sociedade que o acolhe.»

Hervé Algalarrondo, Les Beaufs de Gauche : ces adeptes du prêt-à-penser, JC Lattès, 1994

A ‘(in)justiça’ contra os Comandos? Quantos mais “arguidos” menos estúpidos serão!

Por Vítor Luís
Designer Gráfico e Digital e Técnico em Comunicação Escrita e Visual, membro da Associação Portugueses Primeiro, Nacionalista social independente

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Uma análise séria e profunda de todo este ‘processo’ dos Comandos e da sua Instrução requer mais que ‘bom senso’ e ‘prudência racional’. Este domínio atinge dimensões não-racionais – a ‘racionalidade’ nunca foi tudo, a não ser para os ‘oitocentistas e positivistas arqueológicos. O sentido vital do esforço é para vencer – primeiro o próprio ‘Eu interior, que ‘nos resiste’ e ‘teme’, depois o Inimigo. (*)

O treino das ‘forças de elite’ anda tão perto dos limites da resistência que não é difícil haver exageros – e baixas. Os militares Comando não são ‘estúpidos’ mas podem ser tão incompetentes como muitos civis – as consequências é que podem ser outras… Todavia, quantos mais arguidos houver menos ‘estúpidos’ haverá. A natureza da Instrução não permite ‘demasiada estupidez’ mas segue procedimentos assumidos – até, afinal, habituais – embora possam não ser facilmente aceites pelos ‘analistas’ do costume… As situações que têm de estar preparados para aguentar ultrapassam em muito a previsão e a própria compreensão das ‘pessoas normais’.

 

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Contra a UE, por outra Europa

Por Ilda Rodrigues

A União Europeia vai morrer porque as pessoas não a querem mais

 – Marine Le Pen

Muito se tem falado e discutido acerca desta intitulada União Europeia, a verdade dos factos no entanto, tem-nos levado a reflectir que de união não tem nada e de europeia muito menos.

Ao longo dos anos verificamos que, nós europeus, na realidade caímos numa armadilha que parece não ter fim, pelo menos assim parece a quem pena nas mãos de uma máfia que nos tem aprisionado num garrote que nos estrangula.

Começou por um aspecto meramente económico, se alguém se lembra do nosso acordo de pescas com Marrocos a que tivemos de renunciar porque os mesmo marroquinos não queriam esse acordo com os espanhóis , esses sim verdadeiros predadores do mar, ficámos assim com os nossos direitos negociais restringidos  aos interesses e questiúnculas de outrém. Como tal não bastava fomos cedendo direitos e poderes sobre soberania, relações internacionais e afins.  Continue reading “Contra a UE, por outra Europa”

“ELES” E OS BANCOS ATIRAM-NOS PARA UM POÇO SEM FUNDO(S)!

Por Vítor Luís
Designer Gráfico e Digital e Técnico em Comunicação Escrita e Visual, membro da Associação Portugueses Primeiro, Nacionalista social independente

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A revista Visão publicou há um mês esta extensa e elucidativa informação. Uma oportunidade para fazermos o ‘ponto da situação’ e compararmos os valores do Défice e do aumento da Dívida, a ultrapassar os 130% do PIB, com os da ‘hecatombe bancária’ resultante das ‘crises’ mas muito agravada pela incompetência’ e corrupção dos ‘homens de estrado’ e banqueiros do seu regime!

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