A ‘(in)justiça’ contra os Comandos? Quantos mais “arguidos” menos estúpidos serão!

Por Vítor Luís
Designer Gráfico e Digital e Técnico em Comunicação Escrita e Visual, membro da Associação Portugueses Primeiro, Nacionalista social independente

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Uma análise séria e profunda de todo este ‘processo’ dos Comandos e da sua Instrução requer mais que ‘bom senso’ e ‘prudência racional’. Este domínio atinge dimensões não-racionais – a ‘racionalidade’ nunca foi tudo, a não ser para os ‘oitocentistas e positivistas arqueológicos. O sentido vital do esforço é para vencer – primeiro o próprio ‘Eu interior, que ‘nos resiste’ e ‘teme’, depois o Inimigo. (*)

O treino das ‘forças de elite’ anda tão perto dos limites da resistência que não é difícil haver exageros – e baixas. Os militares Comando não são ‘estúpidos’ mas podem ser tão incompetentes como muitos civis – as consequências é que podem ser outras… Todavia, quantos mais arguidos houver menos ‘estúpidos’ haverá. A natureza da Instrução não permite ‘demasiada estupidez’ mas segue procedimentos assumidos – até, afinal, habituais – embora possam não ser facilmente aceites pelos ‘analistas’ do costume… As situações que têm de estar preparados para aguentar ultrapassam em muito a previsão e a própria compreensão das ‘pessoas normais’.

 

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Contra a UE, por outra Europa

Por Ilda Rodrigues

A União Europeia vai morrer porque as pessoas não a querem mais

 – Marine Le Pen

Muito se tem falado e discutido acerca desta intitulada União Europeia, a verdade dos factos no entanto, tem-nos levado a reflectir que de união não tem nada e de europeia muito menos.

Ao longo dos anos verificamos que, nós europeus, na realidade caímos numa armadilha que parece não ter fim, pelo menos assim parece a quem pena nas mãos de uma máfia que nos tem aprisionado num garrote que nos estrangula.

Começou por um aspecto meramente económico, se alguém se lembra do nosso acordo de pescas com Marrocos a que tivemos de renunciar porque os mesmo marroquinos não queriam esse acordo com os espanhóis , esses sim verdadeiros predadores do mar, ficámos assim com os nossos direitos negociais restringidos  aos interesses e questiúnculas de outrém. Como tal não bastava fomos cedendo direitos e poderes sobre soberania, relações internacionais e afins.  Continue reading “Contra a UE, por outra Europa”

“ELES” E OS BANCOS ATIRAM-NOS PARA UM POÇO SEM FUNDO(S)!

Por Vítor Luís
Designer Gráfico e Digital e Técnico em Comunicação Escrita e Visual, membro da Associação Portugueses Primeiro, Nacionalista social independente

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A revista Visão publicou há um mês esta extensa e elucidativa informação. Uma oportunidade para fazermos o ‘ponto da situação’ e compararmos os valores do Défice e do aumento da Dívida, a ultrapassar os 130% do PIB, com os da ‘hecatombe bancária’ resultante das ‘crises’ mas muito agravada pela incompetência’ e corrupção dos ‘homens de estrado’ e banqueiros do seu regime!

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Despovoamento do interior: flagelo demográfico

Por Rui Amiguinho
Professor do ensino básico e secundário, Licenciado pré-Bolonha em Informática e Gestão de Empresas e pós-graduado em Ciências da Educação, Presidente da Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro e da Associação Ecológica Motus Veritis, Co-editor do projecto livreiro Contra-Corrente

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A concentração de investimentos no litoral do país funciona como um sorvedouro de população que aflui às cidades com as inerentes necessidades de habitação, vias de comunicação e transportes. As grandes cidades do litoral estão à beira do colapso urbanístico promovendo a degradação ambiental devido à construção desenfreada em terrenos agrícolas e florestas.

A qualidade de vida ressente-se: ainda que os equipamentos sociais, lúdicos ou os postos de trabalho melhor remunerados se encontrem no litoral, a forte massificação a que este está sujeito cria comunidades sem elos de ligação entre si, algo que ainda existe no interior.

A descaracterização das cidades é ainda mais evidente pela presença (maioritária, em certas zonas) de comunidades alógenas, desenraizadas, e não poucas vezes portadoras de uma matriz cultural e civilizacional com valores contrários, ou mesmo incompatíveis, com os nossos.  A elevada criminalidade que se conhece nas grandes cidades está directamente associada a este desenraizamento e a estas comunidades, algo que é propositadamente escamoteado pelo poder dominante, pela necessidade deste em manter este “exército” de mão-de-obra barata e de baixo poder reivindicativo.

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SEMPRE NA VANGUARDA DA INFORMAÇÃO (EPISÓDIO II)

Por João Vaz
Licenciado em Filosofia

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Entrevista com o camarada Hernando Matos, grande educador da classe operária.

-Boa tarde, dr. Hernando, bem haja pela entrevista. Diga-nos, doutor, o senhor causou recentemente polémica com as suas palavras acerca dos atentados na Europa. Quer clarificar o sentido das mesmas?

-Boa tarde, senti necessidade, eu sempre fui assim, sempre estive com os povos do mundo contra o imperialismo e o capitalismo e… só um momento… (atende o telemóvel), sim, diz, sim… é para comprar, isso, sim, vá, depois falamos. Peço desculpa, era um dos meus gestores de conta, por causa de uns títulos que lhe disse para comprar, mas onde é que íamos?

-No capitalismo…

-Ah, pois, eu sempre lutei contra o capital, sempre, e quando estas coisas acontecem estou com os povos explorados e contra o imperialismo. Bombas na França? Na Suiça? Na Holanda? Contra o imperialismo? Apoio.

-Mas o doutor, se bem me recordo, apoiou a invasão do Afeganistão pela URSS, e esteve com a China quando ela atacou o Vietname e…

-Não queira misturar as coisas! Assim não nos entendemos! Isso não era imperialismo! Isso era uma acção contra o capital, vai daí apoiei.

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Factos acerca dos “refugiados de Aveiro” que afinal são terroristas

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Esta semana as autoridades alemãs entregaram à Polícia Judiciária um cidadão marroquino ligado ao terrorismo islâmico. Trata-se do segundo cidadão marroquino, a quem o Estado português concedeu o estatuto de refugiados e que foram instalados em Aveiro, detido por suspeita de actividade terrorista. Mas passemos aos factos:

  • Abdessalam Tazi, 63 anos, teria ainda em Marrocos a função de recrutador para o Estado Islâmico.
  • Abdessalam Tazi tinha a intenção de conseguir o asilo político em Portugal e fazer do nosso país uma base da sua actividade para o resto da Europa.
  • Abdessalam Tazi identificava jovens islamitas radicais dispostos a emigrarem e proporcionava-lhes documentos e bilhetes de viagem.
  • Abdessalam Tazi conheceu Hicham el Hanachi e chegaram em 2013 ao aeroporto de Lisboa com passaportes e identidades falsas, alegando ser essa única forma de fugir do país onde eram perseguidos politicamente.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi esconderam que se conheciam.
  • Abdessalam Tazi afirmou ser polícia em Marrocos e assumiu-se opositor ao regime marroquino, defendendo uma linha islâmica mais radical.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi obtiveram estatuto de refugiados em 2014.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi foram monotorizados pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, organismo que confirmou que estavam tentar a radicalizar jovens no centro de refugiados da Bobadela e entre outros membros da comunidade marroquina em Portugal.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi recrutaram pelo menos dois jovens, um deles também refugiado, que acabaram por se juntar ao ISIS na Síria.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi, ao abrigo do estatuto de refugiados concedido pelas autoriades portugueses, viajaram, de acordo com os registos conhecidos para Espanha, Inglaterra, França, Grécia, Turquia e até Brasil.
  • Abdessalam Tazi e Hicham el Hanachi separaram-se no ano passado, vindo Hicham el Hanachi a ser detido em Novembro pela polícia francesa por suspeita de estar a preparar um atentado ao Disneyland Paris, depois de se ter percebido que havia estado na Síria onde recebeu treino militar com o ISIS.
  • Abdessalam Tazi tinha também residência na Alemanha, país onde acabou por ser preso por crimes relacionados com falsificações, burlas e fraudes, que serviam de financiamento da sua actividade.

Levantam-se agora as seguintes questões:

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Sempre na vanguarda da informação (episódio I)

Por João Vaz
Licenciado em Filosofia

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Sempre na vanguarda da informação apresentamos hoje a entrevista com o ministro Ding Dong, responsável britânico pela segurança, isto a propósito do sucedido em Londres.

-Sr. Ministro, um primeiro comentário a este atentado.

-Ora bem, em primeiro lugar há que ter cuidado com as palavras. A expressão atentado parece-me muito forte e pode dar azo a interpretações erradas. Como sabemos que não se trata de insurgência, de resistência? A nossa BBC, com o seu selo de qualidade, recusa-se a usar o termo “terrorista” pois o terrorista de uns é o combatente da liberdade de outros. Além disso, como nos ensinou Jacques Derrida e a gramatologia…

-Certamente, sr. Ministro. Mas diga-nos, qual vai ser a reacção a estes acontecimentos?

-Qual vai ser? Já foi! Já reagimos e de forma exemplar! Deixe-me dizer-lhe que os nossos aliados franceses desligaram a luz da Torre Eiffel em sinal de solidariedade, enviando assim uma mensagem muito forte aos insurgentes. Foram colocadas flores no locar do sucedido. No nosso caso, em reunião, os ministros discutiram medidas semelhantes. Houve mesmo uma proposta de desligar o Big Bang e…

-Peço desculpa por interromper, sr. Ministro, mas refere-se ao Big Ben, certamente.

-Ou isso, é igual. Mas concordou-se que tal seria excessivo. Optou-se por medidas mais concretas mas, ainda assim, firmes. Vamos pedir aos senhores do Dito Estado Dito Islâmico, como muito bem diz um grande comentador do vosso país, se não se importam de parar com estas acções. Mas temos de ter cuidado com as reacções, é necessário não cedermos à xenofobia e à islamofobia. Veja, tivemos um ministro, não vou dizer qual, a sugerir que usássemos uma bandeira britânica na lapela. Imagine-se! Que sinal daríamos? Que somos xenófobos e de extrema-direita! Não, temos de ter muita cautela porque não queremos magoar os nossos irmãos islâmicos nem fazer o jogo dos racistas.

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As Construções Provisórias… Permanentes!

Por Pedro Leitão Tavares

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O viaduto metálico de Alcântara, uma obra de engenharia militar, foi erguido em 1972 para permitir a ligação rodoviária entre a Avenida de Ceuta e a Gare Marítima de Alcântara, por cima da linha ferroviária Lisboa-Cascais?

Há mais de 40 anos que é uma construção provisória. Havia um projecto para este viaduto, mas a primavera Marcelista foi de pouco tempo e Abril comeu as folhas e os planos.

Tantos anos que passaram, tantas promessas eleitorais que todas as cores partidárias fizeram! Tantos presidentes de Câmara que Lisboa teve! Tantos vereadores e afins que andaram na assembleia municipal!

A desculpa de sempre: “verbas”, mas para festas, fanfarras, estátuas, rotundas, negócios com a ANA, com o Bragaparque, EPUL e Expo etc. Existe sempre!

Quando cair é melhor procurarem nas gavetas os projectos e os planos do antigo Presidente da Câmara de Lisboa, na altura o Sr. Eng. Santos e Castro, que tinha em mãos este projecto para avançar e, segunda consta, o orçamento era razoável, nada de trafulhices e das derrapagens destes metralhas que Abril pariu.

Marine Le Pen é a preferida entre os jovens

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Uma recente sondagem realizada pelo Centre de recherches politiques de Sciences Po revela que a candidata presidencial pelo Front National, Marine Le Pen, é a que colhe mais simpatia entre os jovens franceses de raiz e também entre os jovens descendentes da imigração europeia, destacando-se os portugueses.

Ainda que tal se afigure bizarro para as infantis mentes de esquerda e quejandos, na realidade este resultado não serve senão para demonstrar que o problema na Europa não reside na migração intra-europeia, uma vez que os europeus partilham características etno-culturais comuns e que permitem que portugueses se integrem perfeitamente na sociedade gaulesa, polacos na sociedade inglesa ou ucranianos na sociedade lusa.

O problema encontra-se, pois então, na imigração extra-europeia, uma imigração que teve inicio nos anos 60 do século passado, com a chamada descolonização europeia, e que, incrivelmente, nunca foi colocada a sufrágio popular, uma imigração que pelas suas características culturais e religiosas se revelou incompatível com os nossos padrões culturais e hábitos sociais, geradora de conflitos e movida em muitos casos por um espírito revanchista e de conquista.