O COMBATE CULTURAL QUE NOS DEVE MOBILIZAR!

Por Vítor Luís
Designer Gráfico e Digital e Técnico em Comunicação Escrita e Visual, membro da Associação Portugueses Primeiro, Nacionalista social independente

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«Na verdade, é na Cultura que enraíza a estrutura dos valores, o carácter nacional, os gostos e as tendências, o modo de conceber o mundo e a vida. É uma herança cumulativa, como a caracterizou Lorenz, formada por todo o equipamento material e espiritual que a sociedade possui, e com o qual responde aos desafios internos (crises) e externos (naturais e sociais).  A Cultura é, por conseguinte, aquilo que de mais precioso tem um Povo ou uma Etnia. É, por um lado, o traço que o distingue dos outros povos, com costumes e mundividências distintas, e, por outro, a característica do processo de hominização» (…)

«Daqui que o caminho para o poder nos Estados burgueses, desde há muito, seja este: assalto à Cultura, abastardamento de todas as características positivas do carácter e imagem nacionais, substituição de padrões nacionais por elementos culturais importados, enfraquecimento e eliminação da resistência dos intelectuais patriotas e, finalmente, domínio das principais alavancas da Cultura: meios de comunicação, universidades, institutos e instituições, editoras, escolas, arte, etc.» Continue reading “O COMBATE CULTURAL QUE NOS DEVE MOBILIZAR!”

Direita Volver! Razões para uma afirmação política

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A meus olhos, continua a haver, na verdade, uma direita propriamente dita e uma direita impropriamente dita, sendo que a direita propriamente dita é, quanto a mim, a direita que não convém à esquerda: e é essa, e essa mesmo — essa e não outra —, a direita a que pertenço, de corpo e alma, e de alma e coração.

  • Rodrigo Emílio

Volvidos 43 anos após o golpe militar de Abril e a Direita política, cultural e social em Portugal continua a ser definida não por aqueles que a compõem, como seria de esperar, mas pelos seus detractores, que, naturalmente, a moldam e condicionam de acordo com as suas perspectivas ideológicas e interesses políticos. A Direita portuguesa, salvo raros momentos esporádicos e alguns esforços reconhecidos, tem sido um mera simulacro, um espectro que na maior parte das vezes é usado pela esquerda para, ora fingir que tem oposição, ora para assustar os incautos com o espantalho do regresso à ditadura, ditadura que, à luz da história comparada, nos permite afirmar não ter sido assim tão dura, caso contrário… enfim, um tema para esmiuçar noutra ocasião.

Assim, chegados aqui, não deixa de ser caricato constatar que dentro daquilo que se passou comummente a designar por  Direita no nosso país, engloba-se, com a maior desfaçatez, a social-democracia ou a democracia de pendor cristão, ou, por outras palavras, à falta de uma Direita real, apelida-se de Direita um partido de génese esquerdista (PSD) e outro de orientação centrista (CDS), os quais cumprem assim o objectivo do circo político luso que visa simular a existência dos dois pólos ideológicos. Nada tão falso! Continue reading “Direita Volver! Razões para uma afirmação política”